ADITIVOS
2. CLASSIFICAÇÃO E NOMENCLATURA: 3
2.1. Os aditivos modificadores da reologia da massa
fresca. 3
2.1.3. Fluidificantes aerantes. 4
2.2. Modificadores do tempo de pega. 4
2.2.1. Ativadores do endurecimento. 4
2.2.2. Aceleradores do tempo de pega. 4
2.2.3. Retardadores do tempo de pega. 4
3.2. Aditivos fluidificantes 7
3.3. Aditivos fluidificantes - aerantes 7
3.4. Aditivos hidrófugos de adição. 8
4. EFEITOS BÁSICOS DE CADA TIPO DE ADITIVO SOBRE CONCRETOS E
ARGAMASSAS 8
4.1. Significado de "abatimento" 8
4.2.1. Efeitos sobre a massa fresca. 9
4.2.2. Efeitos sobre a massa endurecida: 9
4.3. Aditivos fluidificantes 10
4.3.1. Efeitos sobre a relogia do concreto
fresco: 10
4.3.2. Efeitos sobre o concreto endurecido: 11
4.4. Aditivos aerantes - fluidificantes 11
4.5. Aditivos aceleradores do tempo de pega. 12
4.5.1. Efeitos sobre a massa fresca: 12
4.5.2. Efeitos sobre a massa endurecida: 12
4.6. Aditivos retardadores do tempo de pega. 13
4.6.1. Efeitos sobre a massa fresca: 13
4.6.2. Efeitos sobre a massa endurecida: 13
4.7.1. Efeitos sobre a massa fresca: 14
4.7.2. Efeitos sobre a massa endurecida: 14
4.8.2. Efeitos sobre a massa endurecida: 15
ADITIVOS
Os
aditivos de argamassas e concretos se definem como sen. do materiais diferentes
de cimento, areia, pedra e água, que se adicionam em pequenas proporções às
argamassas e aos concretos durante sua preparação, com a finalidade de melhorar
suas propriedades. Alguns autores
definem como aditivos os materiais adicionados às argamassas em proporções não
superiores a 5% do peso do cimento do traço, com fim de diferencia-los dos
produtos que são usados em maiores proporções, como é o caso dos produtos em pó
que se adicionam ao concreto durante sua preparação e que possuem propriedades
pozolânicas como as escórias, cinzas leves, etc.
Os
aditivos de argamassa e concretos foram classificados, segundo diversos
critérios, por comissões especiais americanas, alemãs e francesas, tendo sido
agrupados por M.VANNAT. A
classificação, a nosso ver mais ampla, é a adotada pelo Grupo de Trabalho da
RILEM (Reunião Internacional dos Laboratórios de Ensaios de Materiais) na
conferência de Paris em 1967, dedicada aos Aditivos para Argamassas e
Concretos. Segundo os critérios
básicos adotados pela RILEM podemos classificar os aditivos
em:
l
- modificadores da reologia da massa fresca;
2
- modificadores do tempo de pega;
3
- impermeabilizantes e hidrófugos;
4
- expansivos.
São
produtos que permitem alterar a consistência da massa. Podem ser classificados
em:
Aumentam
a docilidade da massa fresca, facilitando sua aplicação sem alterar a relação
água / cimento.
Modificam
a reologia da massa fresca pela introdução de pequenas bolhas de
ar.
Aumentam
a coesão da massa fresca, dificultando a segregação prematura da água de
empastamento e o arraste, pela água, do concreto recém -
aplicado.
São
produtos que modificam o tempo de pega e o desenvolvimento da resistência da
massa durante seu envelhecimento.
Podem
ser classificados em:
Produtos
que aceleram o desenvolvimento da resistência do concreto nos primeiros dias,
reduzindo, em pouca proporção, e trabalhabilidade da massa
fresca.
São
produtos que reduzem energicamente o tempo e trabalhabilidade da
massa.
São
produtos que aumentam o tempo de trabalhabilidade da massa sem afetar o
posterior desenvolvimento da resistência do concreto.
Os
aditivos impermeabilizantes e hidrófugos são produtos que reduzem a absorção e a
permeabilidade da argamassa ou do concreto à água sob
pressão.
Os
aditivos expansivos são produtos que se contrapõem à retração, produzindo uma
ligeira expansão, sem afetar a posterior estabilidade da massa
curada.
Obs.:
Alguns aditivos apresentam efeitos múltiplos, e quase todos, além de exercerem
sua função principal, possuem efeitos fluidificantes, benéficos a todas as
condições de trabalho (retardadores de pega - fluidificantes, impermeabilizantes
- fluidificantes, etc.)
A
utilização racional da argamassa e do concreto, tanto em obras quanto em
fábricas de pré - moldados, exige um estudo profundo das dosagens mais
adequadas, como também um controle rigoroso da regularidade das características
dos materiais empregados. Um dos
aspectos mais importantes neste sentido é a determinação da relação ideal de
água/cimento para a mistura específica.
Esta
relação é função do tipo e da granulometria dos agregados utilizados, do
conteúdo de cimento da mistura e da consistência necessária para uma correta
utilização da massa.
Interessa
sempre a preparação de argamassas e concretos com a menor relação de
água/cimento, já que a resistência mecânica de uma determinada composição
diminui ao se aumentar o valor da referida relação. A utilização de concreto com baixa
relação água/cimento apresenta várias dificuldades. Em primeiro lugar a perfeita
consistência da massa seca exige métodos de compactação ou de vibração
enérgicos. Por outro lado, a
fabricação de concretos muito secos requer um processo de mistura bastante
eficaz para ser conseguida uma adequada
homogeneização.
Há
bastante tempo que vêm sendo utilizados, para melhorar as condições de trabalho
de misturas com baixa relação água/cimento, diferentes tipos de produtos que
atuam de
forma
distinta, segundo sua natureza.
Para
melhor conhecimento desses aditivos, por parte dos técnicos, achamos
interessante resumir as características físico - químicas de alguns, já que,
sendo fabricados sob patentes, nem sempre trazem informações que permitam a
perfeita avaliação de como atuam, o que ajudaria na escolha do produto adequado
para uma determinada obra.
Os
primeiros aditivos aerantes foram utilizados a partir de
1938.
Foram
descobertos casualmente nos Estados Unidos ao se comprovar que pequenas
quantidades de uma resina adicionada ao clínquer como lubrificante durante a
moagem, conferia ao concreto maior durabilidade frente à ação destrutiva do
gelo/degelo.
Pesquisas
posteriores permitiram comprovar que esse aumento da durabilidade era devido à
presença, na massa, de minúsculas bolhas de ar com um diâmetro variável de 50 a
200 mícrons. Os agentes aerantes
são formados por moléculas orgânicas que, em solução aquosa, se dissociam em
íons complexos, cujo agrupamento polar é absorvido pelas superfícies das
partículas finas do cimento e dos agregados.
O
agrupamento polar, responsável pelo efeito tensoativo, permite a formação,
durante a mistura do concreto, de pequenas bolhas de ar que permanecem oclusas
entre a pasta do cimento e as partículas finas do agregado. O ar assim retido proporciona um aumento
considerável da docilidade do concreto, diminuindo a exsudação e, em
conseqüência, a tendência à segregação que apresenta o concreto
fresco.
Assim,
como foi indicado, o principal efeito do ar ocioso reside na influência sobre a
durabilidade do concreto endurecido frente à ação destrutiva do gelo/degelo,
águas sulfatadas, etc.
O
aumento da durabilidade do concreto que contém aditivo aerante provém das
pequenas bolhas de ar entre os capilares contidos na pasta de cimento hidratado,
permitindo maior espaço para suportar o aumento de volume originado pelo
congelamento da água. Nota-se
também que a absorção de água de um concreto aerado é inferior à de um concreto
idêntica preparado sem o aditivo aerante, devido à redução da pressão capilar no
concreto aerado.
Disto
resulta maior estabilidade à ação de produtos corrosivos. A influência do ar ocluso nas
propriedades de uma argamassa ou de um concreto fresco, é que as bolhas de ar se
comportam como um grão de areia fina e flexível conferindo uma falsa tixotropia
à massa do concreto, proporcionando, por um lado, aumento da trabalhabilidade e
conferindo, por outro lado, maior coesão entre os elementos, o que evita a
sedimentação dos agregados.
Ap6s
a utilização dos aditivos aerantes a partir de 1958, iniciou-se a utilização de
outros tipos de aditivos para melhorar as características reológicas sem
introduzir ar. Estes compostos possuem moléculas que permanecem absorvidas pelas
partículas de cimento, originando uma camada monomolecular na superfície da
partícula, de tal forma que a mesma adquire uma carga elétrica que facilita sua
dispersão no meio, diminuindo consideravelmente a viscosidade da pasta de
cimento e possibilitando a preparação de concreto de menor relação
água/cimento.
Foi
verificado que as moléculas do agente fluidificante são absorvidas
preferencialmente pelo alumínio tricálcio e pelo ferro aluminato tetracálcio, os
quais, por esta razão, tendem a diminuir a velocidade de reação do cimento
Portland com a água.
Os
agentes fluidificantes são apresentados em diversos tipos, podendo afetar em
maior ou menor intensidade a rapidez da pega do concreto, ou em maior ou menor
proporção suas propriedades mecânicas a curto prazo, permitindo, entretanto, a
obtenção de aumentos consideráveis de resistência.
Os
aditivos fluidificantes - aerantes apresentam as vantagens dos dois tipos de
aditivos, isto é, atuam como fluidificantes, diminuindo a viscosidade da pasta
de cimento e permitindo a introdução de uma pequena porção de ar à mistura. Estes aditivos permitem reduzir a
relação água/cimento e conseguir aumento das resistências mecânicas em relação
ao mesmo concreto sem aditivo.
Introduzem ar à massa, o que permite reduzir a tendência à segregação do
concreto fresco e aumentam a durabilidade do curado (resistência ao gelo/degelo
e aos sulfatos).
Os
aditivos hidrófugos de adição são produtos que, adicionados em pequenas
quantidades ao concreto, tendem a colmatar os capilares na pasta do cimento
hidratado.
-
Os primeiros produtos utilizados foram materiais pulverulentos, à base de
sílica, finamente divididos, que colmatavam os poros existentes no
concreto. Normalmente possuem certa
capacidade de reagir à cal liberada, durante a hidratação dos cimentos para
formar silicatos insolúveis. Também
é verdade que a atividade, pozolânica destes materiais é muito limitada e os
resultados obtidos com eles não são satisfatórios.
-
O segundo tipo de produtos utilizados foram os materiais orgânicos, que atuam
reagindo à cai livre do cimento hidratado, formando sais cálcicos insolúveis,
com radicais fortemente hidrófugos, que tamponam os capilares existentes na
pasta de cimento hidratado. A ação dos aditivos hidrófugos é mais ou menos
eficaz, segundo o tipo de molécula e da substância impermeabilizante. Somente
devem atuar tamponando os capilares e devem apresentar um efeito tensoativo
suficiente para diminuir a atração na superfície cimento-água, o que evita a
absorção desta por capilaridade.
A
consistência de um concreto é testada moldando-se o concreto em forma de um
tronco de cone, que é colocado sobre uma superfície plana não absorvente. Ao desmoronar, o concreto perde
altura. Esta perda de altura é
chamada "abatimento" ou "slump".
Neste texto usaremos o termo "abatimento".
-
Quando usados em argamassa de emboço conferem suficiente coesão à massa e assim
é eliminado totalmente o uso da cal, do saibro e da terra de emboço, que eram
tradicionalmente adicionados para se obter a necessária
trabalhabilidade.
Os
efeitos dos aditivos aerantes podem ser medidos através do aumento do abatimento
e da redução da densidade da massa.
-
Permitem a redução da quantidade de cimento usado no
traço.
-
Reduzem a relação água/cimento para manter o mesmo
abatimento.
-
Aumentam a homogeneidade.
-
Aumentam o volume.
Com
um aditivo de boa qualidade, o volume do traço aumenta
12%.
-
Diminuem a tendência à segregação.
-
Tendem a aumentar o tempo de cura.
-
Diminuem a absorção de água por capilaridade
-
Diminuem a densidade
-
Aumentam a resistência ao gelo/degelo
-
Eliminam as trincas por retração
-
De um modo geral, diminuem a resistência mecânica.
Comparando-se
dois traços de areia e cimento, um com aditivo e outro sem aditivo, o que contém
aditivo terá menor resistência à compressão, devido à sua
expansão.
Comparando-se
dois traços com o mesmo teor de cimento, um com areia e saibro e outro com areia
e aditivo, o que contém aditivo terá maior resistência à
compressão.
Como
conseqüência das propriedades acima descritas, o uso dos aditivos aerantes é
indicado nos seguintes casos:
-
Quando é necessário aumentar a trabalhabilidade de argamassas e de concretos
pobres.
-
Em concretos sujeitos a transporte entre a sua confecção e o lançamento,
diminuindo a segregação.
-
Para o preparo de argamassas usadas em revestimentos, com o objetivo de reduzir
os custos, as trincas pela retração, a penetração da água projetada ou absorvida
por capilaridade.
-
Em concretos e argamassas usados em climas frios.
OBS.: Não é
aconselhável o emprego de aditivos aerantes em concretos estruturais e concretos
em ambientes corrosivos, onde haja presença de vapores ácidos ou haja contato
com água do mar.
-
Diminuem a relação água/cimento.
-
Facilitam o lançamento nas fôrmas e reduzem o tempo e a intensidade da
vibração.
Exemplo:
-
Em uni concreto seco, com abatimento de 0 a 3cm, ao se introduzir o aditivo
fluidificante o concreto torna-se fluido, com um abatimento igual ou maior do
que 12 cm.
-
Em um concreto cujo abatimento é de 5 a 7 cm, o efeito é de transformá-lo em um
concreto muito mais fluido, com abatimento maior do que 15
cm.
Aumento
das resistências mecânicas, o que pode ser constatado nos testes feitos nas
primeiras 24 horas e 72 horas.
Diminuição
do consumo de cimento para a mesma resistência final.
Aumento
da densidade do concreto e, portanto, maior proteção das armaduras em ambientes
corrosivos, como locais perto do mar, ambientes industriais,
etc.
-
Em virtude das propriedades descritas, o uso dos aditivos fluidificantes é
recomendado nos seguintes casos:
-
Em concretos estruturais, com teor de cimento maior do que 250kg/m3
usados em edifícios, pontes, fundações, reservatórios ou quaisquer outras
estruturas de concreto armado.
-
Em concretos pretendidos.
-
Em concretos aparentes, porque evitam as falhas que prejudicam a
aparência.
-
Sempre que se pretenda um concreto fluido coeso e que, depois de curado, não
apresente trincas, fissuras ou "ninhos" de
concretagem.
-
Quando se pretende acelerar as obras, antecipando-se a retirada das
fôrmas.
São
aditivos que, incorporados aos concretos ou argamassas, lhes conferem
propriedades relativas aos dois grupos tratados anteriormente, tais
como:
-
Diminuição da relação água/cimento.
-
Aumento da trabalhabilidade.
-
Diminuição da tendência à segregação.
-
Diminuição da absorção de água por capilaridade.
-
Aumento das resistências mecânicas, embora menor que o aumento conseguido com
fluidificantes.
-
Aumento da resistência gelo/degelo.
Obs.: Estes
aditivos devem ser usados em concretos com um consumo de cimento de
200kg/m3
-
Aceleram as reações de hidratação do cimento, aumentando, por conseqüência, a
viscosidade da massa. Dependendo do
tipo de aditivo, as reações de pega podem processar em alguns segundos, como no
caso dos aditivos usados em tamponamento.
-
O calor da hidratação desenvolve-se mais rapidamente numa massa com este tipo de
aditivo.
Este
fato contribui para se manter temperatura mais elevada no interior do concreto e
permite concretagens em climas frios.
-
Aumentam as resistências mecânicas nas primeiras horas, porém a resistência
final é normalmente inferior à de uma massa sem
acelerador.
O
emprego dos aceleradores não é, pois, muito aconselhado e deve-se dar
preferência, sempre que possível, ao emprego de cimentos de alta resistência
inicial e de aditivos fluidificantes.
-
Os aceleradores são usados em trabalhos de urgência, como, por exemplo,
estancamento de fugas de água em galerias, túneis,
etc.
-
Reparação de estradas, pistas, aeroportos, etc.
-
Em indústria de pré - moldados, quando se pretenda uma desmoldagem
rápida.
-
Em concretagens realizadas a temperaturas baixas.
-
Os aditivos retardadores do tempo de pega são produtos solúveis em água, que
agem quimicamente, tornando mais lentas as reações de hidratação do
cimento. Deste modo, o aumento de
viscosidade da massa é mais lento e o tempo de trabalhabilidade da massa fresca
é maior.
-
Diminuem o calor da hidratação da massa, o que facilita a concretagem quando a
temperatura ambiente é muito alta e o volume de concreto é muito
grande.
-
Diminuem as resistências mecânicas nas primeiras horas, porém após o terceiro
dia, as resistências são superiores às de um concreto ou de argamassa sem
retardador.
-
Quando é necessário aumentar o tempo de pega, devido a temperaturas ambientes
elevadas, demoras no transporte e no lançamento do concreto ou da
argamassa.
-
Em obras onde, por razões estruturais ou arquitetônicas, não convenha fazer
juntas de trabalho, pois permite a concretagem
contínua.
-
Em obras onde o volume de concreto é muito grande.
-
Em trabalhos de injeção a grandes profundidades e a temperaturas
elevadas.
-
De um modo geral, os aditivos hidrófugos de massa melhoram a trabalhabilidade,
permitindo uma redução na relação água/cimento.
-
Permitem a confecção de argamassas pouco permeáveis e de maior durabilidade,
porque impedem a penetração de agentes agressivos.
Assim,
os hidrófugos de massa são utilizados na execução de revestimentos impermeáveis.
-
Nos concretos o desempenho deste tipo de aditivo não está bem comprovado, visto
que se o concreto for bem proporcionado, misturado e lançado, por si só já
possui uma boa impermeabilidade.
-
Em argamassas de revestimento utilizadas para impermeabilizações de tanques,
piscinas, reservatórios, etc., que não estejam sujeitos a movimentações
estruturais, que ocasionariam a formação de trincas e
fissuras.
4.8.1.
Efeitos sobre a massa fresca:
-
Aumentam sensivelmente a fluidez das pastas de cimento, argamassas e
concretos.
-
Diminuem a segregação da água e melhoram a retenção da mesma no seio da
massa.
-
Aumentam a coesão e a homogeneidade da massa.
-
Evitam a retração característica de argamassas e pastas muito fluidas e
proporcionam uma expansão controlada da massa, que se verifica durante a pega.
-
Aumentam a plasticidade, permitindo uma diminuição na relação
água/cimento.
-
Diminuição da densidade, em conseqüência dos vazios existentes na
massa.
-
Diminuição das resistências mecânicas.
Em
argamassas para:
-
Preenchimento de fissuras em rochas, fundições, barragens e
túneis;
-
travamento de paredes de alvenaria;
-
preenchimento de bainhas em concreto protendido, desde que na composição não
haja produtos químicos que ataquem as armaduras;
-
preparo de concreto coloidal, usado no enchimento de vazios entre pedras
graúdas.